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GRAVATAÍ, 15/10/2018

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    serviço público

    Funcionários de órgãos e autarquias das administrações municipal e estadual, mais voluntários, atuam na Coordenadoria Municipal da Defesa Civil de Gravataí. FOTOS | Divulgação CMDC

    COM VÍDEO | A Defesa Civil de Gravataí está aí para o que der e vier

    por Silvestre Silva Santos | Edição de imagens: Guilherme Klamt | Publicada em 03/10/2018 às 19h43| Atualizada em 07/10/2018 às 14h46

    Quando o tempo fecha, as nuvens escurecem e a chuva começa, os homens que trabalham nos órgãos de apoio à Coordenadoria Municipal da Defesa Civil ficam, literalmente, com os cabelos em pé. Tempo feio é sinal de que podem acontecer situações em que o pessoal da Defesa Civil vai ter que intervir, principalmente para prestar socorro.

    São alagamentos, inundações, destelhamento, quedas de árvores... Ocorrências que exigem uma ação imediata e uma coordenação precisa quanto o que deve ser feito e como deve ser feito, tanto para equacionar as dificuldades das pessoas na condição de vítimas quanto para não expor ao risco quem está trabalhando pelos outros.

    Em Gravataí a Coordenadoria da Defesa Civil foi criada pela lei 1960/03, no dia 22 de julho de 2003. Portanto, há pouco mais de 15 anos, aniversário que, entre outras atividades, foi comemorada com sessão solene na Câmara de vereadores no dia 7 de agosto passado.

    O órgão é capitaneado pelo guarda municipal Paulo Roberto dos Santos Almeida, funcionário público municipal desde 2007, e diretamente envolvendo com a Defesa Civil a partir de 2009. No órgão, Paulo Roberto já foi coordenador operacional por três vezes e desde junho do ano passado é o titular da Coordenadoria Municipal.

     

    A estrutura

     

    Paulo Roberto explica que a Defesa Civil não tem sequer sala, já que não dispõe de funcionários. A coordenadoria tem realiza ações preventivas e de monitoramento (pré-impacto), de apoio e socorro no momento da ocorrência (impacto) e de encaminhamento e tomada de providências depois do evento (pós-impacto).

    --- A gente tem um sistema via internet que nos permite saber antecipadamente o que vai ocorrer, em relação ao clima. E por isso podemos nos mobilizar e até alertar as pessoas para que adotem medidas de prevenção --- conta o coordenador, de trás da sua mesa que ocupa na Secretaria Municipal de Obras Públicas.

    A estrutura da Defesa Civil, segundo explica, é o maquinário e pessoal da própria Smop, da secretaria de Serviços Urbanos, do Corpo de Bombeiros, Guarda Municipal, Brigada Militar, entre outros, além de voluntários – profissionais de diversas áreas – que são previamente cadastrados e que se apresentam quando há necessidade.

    - A nossa estrutura é quase toda a estrutura da administração municipal e de vários órgãos do governo do estado. Entre os funcionários públicos e os voluntários, chegamos a mobilizar em torno de 100 pessoas. Claro, isso depende da grandiosidade, do tamanho do dano que tem determinada situação --- revela Paulo Roberto.

     

    : Paulo Roberto, um dos 21 homenageados na quinta passada, dia 27, na Câmara de Gravataí, com a medalha da Defesa Civil

     

    PARA SABER

     

    Pelo menos 70% dos casos de inundação que acontecem em áreas urbanas são provocadas pelo entupimento das bocas de lobo, esgotos e galerias, pelo lixo joga doas ruas ou deixado pelas pessoas em locais inadequados.

     

    Defesa Civil é para todos

     

    O socorro, ou o serviço prestado pelo órgão é para todas as pessoas, independentemente da condição sócio-econômica, e os casos mais comuns, em Gravataí, ainda são os vendavais – com os consequentes destelhamentos – e as inundações que ocorrem por causa das fortes chuvas que vêm em seguida.

    --- O que acontece é que há muito lixo jogado nas ruas e que vão parar em esgotos, bueiros e galerias. A situação se agrava quando há esses vendavais que derrubam galhos, folhas e varrem o lixo que é levado pela água, causando os entupimentos --- disse.

    O evento climático mais impactante desde que está na Paulo Roberto está na Defesa

    Civil se deu em 2011, segundo ele mesmo conta. O que aconteceu foi uma chuva de elevado índice pluviométrico em curto período de tempo. Isso causou alagamentos em vários pontos da cidade, entre outras ocorrências.

    Foi nesta ocasião que a Defesa Civil iniciou o mapeamento e a realização de ações preventivas dos pontos de alagamento da cidade. Em 2011, de acordo com o coordenador, eram 177 os pontos críticos existentes na área urbana de Gravataí. Atualmente estes locais se resumem a 22 pontos sujeitos a alagamentos ou inundações.

    As ações preventivas, segundo com Paulo Roberto, passaram a ser executadas com equipamento e pessoal da Prefeitura de forma planejada, para que a solução se desse em cadeia. É o caso da rua Amapá, no Parque dos Anjos, que ficou totalmente alagada durante temporal em outubro do ano passado.

    --- Lá é uma prova de que agir preventivamente dá certo e é o melhor caminho. Na chuvarada do ano passado a rua ficou completamente alagada e no começo de setembro, mês passado, também durante uma forte chuva, não houve nenhuma inundação --- comemorou o coordenador da Defesa Civil.

     

    PARA SABER

     

    Recentemente foi retirada uma árvore cujo tronco tinha cerca de oito metros de comprimento e aproximadamente um metro de diâmetro de dentro de uma galeria pluvial. Foi necessário utilizar motosserra para cortar a árvore antes de retirá-la de dentro da galeria.

     

    : Parte do tronco de uma árvore retirado para desobstrução de galeria pluvial

     

    : Ação de agentes da Defesa Civil para retirar árvore que caiu sobre uma casa

     

    Questão social

     

    As situações mais graves e mais frequentes envolvem famílias de menor poder aquisitivo e que, por falta de condições econômicas acabam ocupando terrenos, irregularmente, em áreas de risco, como são as margens de arroios ou córregos, além de pontos de risco que são as áreas mais baixas, para onde escoam – e se acumulam – as águas das chuvas.

    Para o coordenador Paulo Roberto, trata-se de um problema social que aos poucos está sendo equacionado pela atual administração municipal que tem investido em programas de moradia, como o Loteamento Novo Mundo que beneficiou 100 famílias, e o gigante Breno Jardim Garcia que deve dar moradia para 2.200 famílias a partir do final deste ano.

     

    Confira a entrevista do coordenador da Defesa Civil de Gravataí, Paulo Roberto Almeida.

     

    Núcleos da Defesa

     

    Para a partir do mês que vem a coordenadoria pretende implantar, na cidade, pelo menos um Núcleo Municipal de Defesa Civil. Trata-se de um projeto piloto que vai contemplar, inicialmente, a Morada do Vale I, e que no ano que vem deve ser levado a outros pontos da área urbana, principalmente as de maior risco de alagamentos.

    --- É um projeto piloto que pode funcionar em na sede da associação do bairro, na igreja, numa escola... É um local para reunir as pessoas daquele bairro para que possamos ensinar ações de prevenção, falar sobre saúde, e motivar moradores para que sejam voluntários nas atividades de defesa Civil --- explicou.

     

    EM CASO DE EMERGÊNCIA

     

    Guarda Municipal

    153

    Atende 24 horas por dia

     

    Coordenador da Defesa Civil

    993327385

    Atende 24 horas por dia, também, inclusive aos finais de semana e feriados

     

    NO FACEBOOK

    Acesse o perfil da Defesa Civil de Gravataí clicando aqui.

     

    EM FOTOS:

     

    Abaixo, dois ângulos da rua Amapá, no Parque dos Anjos. Na inundação do ano passado e, depois das ações preventivas coordenadas pela Defesa Civil, na chuvarada de setembro deste ano.

     

     

     

     

     

     

     

     

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