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GRAVATAÍ, 23/09/2018

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    mistério

    Seu José Luiz mostra o túmulo do suposto fantasma | Foto ANDREO FISCHER

    Eles juram que viram fantasmas nos cemitérios de Gravataí

    por Andreo Fischer | Publicada em 17/08/2018 às 14h54| Atualizada em 03/09/2018 às 17h28

    Não é coisa do The Walking Dead, mas parece. As histórias são assustadoras. Dois coveiros de Gravataí teriam visto assombrações nos cemitérios municipais de Morungava e central, e garantem: era tudo como se fosse na realidade. 

    A fiscal dos seis cemitérios Jaqueline Silva, conduz a reportagem e garante que "nunca viu nada" . Já o senhor José Luiz, 61 anos, coveiro em Morungava conta outra história:

    — Eu vi uma mulher naquele túmulo  (ele aponta para o jazigo). Ela estava escorada e olhando para mim.

    Faz três anos deste episódio. Luiz almoçava quando a suposta aparição aconteceu.

    — Terminei de comer, fui la dentro, peguei um cafezinho e vim para a porta. Olhei e ela estava no mesmo lugar — conta.

     

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    Talvez pensando que fosse algum transtorno ou mal estar, José Luiz conta ter deitado um pouco para descansar. Passaram 20 minutos. Olhou novamente para o túmulo e a mulher já não estava lá, mas o Walking Dead morungavense ainda ficaria pior.

    — Nesse canto aqui tinha uma cachorrinha, e eu estalei o dedo. Ela balançou o rabo e eu pensei: está com fome. Peguei um sanduíche e dei para a cadelinha, ela nem olhou direito. Entrei e quanto voltei só estava o sanduíche no chão. O bicho sumiu! — lembra, espantado.

    O coveiro fez sua própria "investigação" em busca de vestígios do cachorro. Até na estrada em frente ao cemitério ele procurou sinais. José Luiz não tem certeza, mas desconfia que  o sumiço tem relação com a aparição. 

    — Aquela mulher estava de óculos, usando um vestido lilás — completa.

    A mulher do túmulo se chama Natalina. nascida em 1913.

     

    : Parede de pedra do cemitério central não foi obstáculo para aquela mulher | ANDREO FISCHER ESPECIAL

     

    A loira que atravessou a parede

     

    No cemitério central, que é o mais antigo da cidade, o Wanderley Machado, 42 anos, garante que uma mulher bonita, loira, atravessou um muro de pedra em 2015. Ele nunca mais a viu. 

    — Eu até procurei nas gavetas (onde ficam caixões) para ver se achava alguma foto da loira, mas nada. Nunca mais — diz.

    A imagem, garante o coveiro, foi tão real que era difícil pensar que fosse um fantasma. O problema foi a circunstância do encontro misterioso. 

    — Era uma loira com um vestido vermelho e, sempre que vemos mulheres ou pessoas idosas circulando pelo cemitério, a gente oferece ajuda para, por exemplo, encontrar uma sepultura. Mas essa não. Ela estava caminhando num lugar que não dava em lugar nenhum, era só um muro. De re pente, ela desapareceu neste muro — relata.

     

    Cemitérios assombrados

     

    Você pode até não acreditar. Também não é fácil desacreditar os relatos, mas não são raras as histórias de fantasmas circulando por cemitérios mundo afora. Há, inclusive, uma lista dos 13 cemitérios mais assombrados do mundo, onde figura, por exemplo, o da cidade de Salém, nos Estados Unidos, onde aconteceu o a perseguição às Bruxas de Salém.

    Em Fort Lauderdale, também nos Estados Unidos, há relatos parecidos com os dos coveiros de Gravataí. Lá, uma mulher usando um longo vestido rosa foi vista algumas vezes. Em Gautier, outra cidade norte-americana, há a história de uma mulher bonita, de meia-idade, com cabelos vermelhos brilhantes vista com um casaco sujo de sangue.

    Não, a loira misteriosa relatada pelo Wanderley não foi vista do outro lado da parede. Valente, ele garante que "não tem medo dessas coisas", mas também não consegue explicar o que foi aquilo. 
     

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