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    inclusão

    Patrícia Lisboa não enxerga desde os dois anos, é acadêmica de Direito, servidora municipal e está liderando mobilização para reativar associação dos cegos de Gravataí

    Cega luta para reativar associação

    por Silvestre Silva Santos | Publicada em 08/12/2017 às 15h59| Atualizada em 13/12/2017 às 14h16

    Retomar as atividades da Associação das Pessoas com Deficiência Visual e Amigos de Gravataí, que foi criada no ano de 2002 mas que estava desativada desde 2015, é o principal objetivo de uma reunião que está marcada para as 9h30min deste sábado (9/12) na sede do CTG Aldeia dos Anjos.

    A iniciativa de reativar a entidade vem sendo coordenada por Patrícia Lisboa da Rosa, funcionária de carreira do município lotada na Assessoria de Políticas Públicas para Pessoas com Deficiência. Na reunião de amanhã a intenção é eleger diretoria e conselho fiscal, além de traçar as diretrizes a serem seguidas.

    --- Queremos reativar a associação que estava parada por causa de dificuldades financeiras e de administração, questões que não tenho como comentar porque não fazia parte da entidade --- disse Patrícia, uma das incentivadoras ao Seguinte: começar a oferecer reportagens em áudio, em podcasts que você ouve clicando aqui.

    Uma das principais metas segundo ela é prestar atendimento de acordo com as necessidades que têm as pessoas com deficiência visual.

    --- Queremos, principalmente, restabelecer o atendimento às pessoas cegas em questões como a mobilidade, através de cursos que ensinam como elas podem se locomover sozinhas, e a busca da autonomia na forma de melhores oportunidades de trabalho, de acesso à educação e à vida acadêmica e até para que possam constituir famílias --- explicou.

    Segundo Patrícia Lisboa, há muitas pessoas que, por causa da limitação imposta pela falta de visão, acham que não têm condições de acesso a estas oportunidades. Ao contrário dela mesma, cega desde os dois anos devido, segundo disse, a um erro médico.

     

    Futura advogada

     

    Patrícia, casada com Edson Santos, operador de máquinas na montadora General Motors (GM) de Gravataí e que tem apenas 10% de visão, é mãe de um casal de gêmeos, de 11 anos, e está no sexto semestre do curso de Direito da Universidade Luterana do Brasil (Ulbra), campus de Gravataí.

    Sobre o número de pessoas cegas em Gravataí, Patrícia Lisboa diz que não há um cadastro atualizado que possibilite saber quantos realmente são os deficientes visuais. Mesmo assim, ela arrisca dizer que em torno de 25% das pessoas com deficiência são cegas, e que cerca de 20% da população em geral tem algum tipo de problema visual.

    --- Os números são controversos e já geraram muita discussão. Uns dizem que quem usa óculos tem deficiência visual, outros acham que não --- explicou.

     

    É BOM SABER

    1

    Pesquisas realizadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) indicam que se iniciativas de alcance mundial e regional não forem tomadas, em 2020 existirão no mundo 75 milhões de pessoas cegas e mais de 225 milhões com baixa visão, ou seja, incapazes de desempenhar grande número de tarefas devido à deficiência visual.

    2

    No Brasil os cálculos apontam para a existência de 1,1 milhão de cegos (0,6% da população estimada) e cerca de 4 milhões de deficientes visuais sérios. A boa notícia é que entre 60% e 75% destes casos de cegueira e baixa visão seriam evitáveis e/ou curáveis.

    3

    De acordo com o Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO), até o final deste ano só o glaucoma será responsável pela perda de visão de 8,4 milhões de pessoas no mundo. 

    4

    A estimativa é de que existam somente no Brasil pelo menos 985 mil pessoas com esta neuropatia, sendo que 635 mil sequer sabem que possuem a doença.

    5

    Segunda maior causa conhecida de cegueira no mundo, o glaucoma é responsável por 12,3% dos casos de perda de visão em adultos, atrás apenas da catarata (47,8%), que é reversível.

    6

    Conforme o CBO, a prevalência do glaucoma aumenta com a idade. É estimada entre 1% a 2% na população de forma geral, chegando a 6% a 7% após os 70 anos de idade.

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