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GRAVATAÍ, 19/01/2018

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    Secretária Sônia (direita) e prefeito Marco Alba (esquerda) apresentaram projeto do Complexo de Educação Especial aos membros do Conselho de Desenvolvimento Econômico de Gravataí

    Um tipo de Criança Esperança para construir escola especial em Gravataí

    por Silvestre Silva Santos | Edição de imagens: Guilherme Klamt | Publicada em 08/12/2017 às 10h54| Atualizada em 13/12/2017 às 14h14

    Todos pela inclusão, todos pela educação especial.

    Este deve ser o ‘mote’ de uma grande campanha que vai ser lançada pela administração municipal com a finalidade de arrecadar cerca de R$ 6 milhões junto à população e empresários, dinheiro que vai ser empregado na construção de um projeto que é ‘a menina dos olhos’ da secretária municipal de Educação Sônia Oliveira e, por extensão, do governo do prefeito Marco Alba (PMDB), um Complexo Municipal de Educação Especial.

    A ideia da mobilização foi apresentada ontem (6/12) na reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social de Gravataí (Codes) pela secretária Sônia, acrescentando para o Seguinte: que o projeto vem sendo gestado desde o primeiro ano do primeiro governo Alba com a finalidade de ampliar o número de vagas e melhorar o atendimento às pessoas com necessidades especiais.

    --- A gente entendeu que a educação especial precisa de um olhar especial do gestor, do município, e o prefeito junto com a Secretaria da Educação vem nos incentivando neste sentido --- disse a secretária.

     

    Falta a grana

     

    O projeto executivo do Complexo já está elaborado, a área para a construção já existe – na Vila Aliança – mas falta o principal, o dinheiro. Na reunião de ontem, Sônia e o prefeito apelaram aos integrantes do ‘conselhão’ para que pensem e sugiram alternativas capazes de viabilizar o complexo, e que as ideias sejam apresentadas na retomada das atividades do Codes, em fevereiro.

    Ainda nesta terça algumas ideias foram sugeridas, como a realização de uma campanha ao estilo Criança Esperança, ação anual da Rede Globo, ou a abertura de conta específica para doações das empresas com abatimento dos valores no Imposto de Renda (IR) a ser pago, como preconiza a legislação do setor.

    O prefeito disse que as propostas precisam ser avaliadas pela Procuradoria Jurídica do Município para que não sejam cometidas irregularidades que acabem comprometendo a iniciativa e, ainda, gerando apontamento da Prefeitura no âmbito do Judiciário ou do Tribunal de Contas.

     

    A obra

     

    O Complexo Municipal de Educação Especial, de acordo com Sônia Oliveira – que tem uma irmã de 64 anos com necessidades especiais – visa acolher os alunos, e aumentar o número de vagas da Escola Especial para Surdos que atende em prédio alugado e a Escola Cebolinha que, atualmente, funciona junto ao prédio da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae).

    A estrutura física projetada prevê um bloco administrativo e técnico, um bloco pedagógico e um terceiro bloco, de serviços. No térreo ficarão concentradas o Centro de Atendimento em Educação Especial e a Escola Cebolinha e, na parte superior, a Escola Especial para Surdos. O complexo deve contar, ainda, com quadra poliesportiva e auditório com capacidade para cerca de 50 pessoas.

    --- O município tem a carência de um espaço com toda infraestrutura necessária para atender as crianças de inclusão que hoje são mais de 800 na rede municipal --- disse Sônia.

     

    Números

     

    1

    De acordo com levantamento da Secretaria Municipal de Educação atualmente, em Gravataí, cerca de 800 crianças necessitam de vagas de inclusão em escolas especiais.

     

    2

    Também conforme os números da SME, o município tem 694 alunos com necessidades especiais matriculados na rede regular de ensino.

     

    O COMPLEXO

     

    No bloco administrativo/técnico

    : Recepção
    : Secretaria
    : Administração
    : Arquivo
    : Almoxarifado
    : Enfermaria
    : Salas de avaliação – duas
    : Sala de atendimento
    : Sala de reuniões
    : Sanitários

     

    No bloco pedagógico

    : Salas de oficinas – quatro
    : Salas de recursos – duas
    : Espaço lúdico
    : Estimulação precoce
    : Sala de expressão e arte
    : Sala quitinete
    : NTM
    : Sanitários

     

    No bloco de serviços

    : Refeitório
    : Cozinha
    : Despensa
    : Lavanderia
    : Depósito de material de limpeza
    : Vestiário/sanitário

     

    PESSOAS PORTADORAS DE DEFICIÊNCIA NÃO SÓ PODEM COMO DEVEM, SEMPRE QUE POSSÍVEL, ESTUDAR E TRABALHAR, DE MODO A EXERCEREM SUA AUTONOMIA, INCLUSÃO E INTERAÇÃO SOCIAL. PARA AUXILIAR AINDA MAIS NESSE DESENVOLVIMENTO SÃO DE GRANDE IMPORTÂNCIA O TRABALHO DE PROFISSIONAIS CAPACITADOS E SERVIÇOS QUE POSSAM SOMAR E CONTRIBUIR COM A INCLUSÃO.

    Secretaria Municipal de Educação da Prefeitura de Gravataí

     

    : Dois ângulos da proposta de projeto do complexo

     

    : No térreo: Centro de Atendimento em Educação Especial (esquerda) e Escola Cebolinha à direita

     

    : No andar superior espaço projetado para funcionamento da Escola Especial para Surdos

     

    O VÍDEO

    Confira o que diz para o Seguinte: a secretária de Educação, Sônia Oliveira.

     

     

     

     

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