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    3º Neurônio | opinião

    A pornografia está destruindo a vida sexual dos homens

    por Texto original: Dailymail | Tradução: Malena Sandim | Medium | Publicada em 11/02/2020 às 13h58

    Pornografia está criando uma geração de homens que são péssimos na cama, segundo uma pesquisa. A exposição a imagens e filmes horríveis na nova mídia está dessensibilizando muitos jovens que estão cada vez mais incapazes de se excitarem por encontros sexuais comuns.

    O resultado é que a impotência sexual não é mais um problema associado a homens mais velhos com saúde ruim, mas uma doença que afeta homens em seus anos de ouro.

    De acordo com um relatório da Psychology Today, um jornal respeitado americano, o problema é tão comum atualmente que homens na casa dos vinte anos estão considerando sua incapacidade de fazer sexo como algo normal.

    O relatório, chamado ‘Porn-Induced Sexual Dysfunction is a Growing Problem’ (‘A Disfunção Sexual Induzida pela Pornografia é um Problema Crescente’, em tradução literal), explica que a perda do libido 30 anos mais cedo é causado pela contínuo estímulo da dopamina, um neurotransmissor que ativa a reação corporal ligada ao prazer sexual, ao ver pornografia continuamente na internet.

    Um ‘efeito paradoxo’ é criado através de cada nova excitação, ou ‘pico da dopamina’, onde o cérebro perde a habilidade de responder a sinais de dopamina, o que significa que os usuários de pornografia exigem experiências cada vez mais extremas para se tornarem excitados sexualmente.

    ‘Palavras eróticas, fotos, e vídeos existem há muito tempo, mas a internet torna possível uma onda de dopamina sem fim,’ disse Marnia Robinson, autora do relatório.

    ‘Os usuários hoje em dia podem forçar seus orgasmos ao assistir pornô em várias janelas, procurando sem fim, pulando para as partes que gostam mais, mudando para chats ao vivo (live sex chats), assistindo novidades constantes, ascendendo seus neurônios com vídeos e cam-2-cam, ou escalando para gêneros extremos e materiais que induzam a ansiedade.

    ‘É tudo de graça, de fácil acesso, acessível 24 horas, 7 dias por semana,’ ela diz.

    Mas ela adicionou: ‘Em alguns usuários de pornô, sua resposta a dopamina está diminuindo tanto que eles não conseguem chegar a uma ereção sem picos constantes de dopamina via internet.’ Muitos ficam inicialmente chocados, ela disse, quando descobrem que sua sensibilidade está diminuindo com ‘sexo normal’.

    ‘Quando tentam ter uma relação sexual real e não conseguem, eles entram em pânico,’ Robinson disse.

    ‘A maior parte dos homens ficam atônitos ao descobrirem que a pornografia que usam pode ser uma fonte para problemas sexuais. Ao invés disso, muitos estão ficando convencidos que disfunção erétil na casa dos vinte anos é normal,’ ela disse. ‘Eles ficam espantados que usuários de pornografia podem ser afetados de forma adversa, já que ninguém nunca os contou sobre isso.’

    Robinson disse que a recuperação é possível ao longo de um período de meses ao dar um tempo para o cérebro dar um ‘reboot’ (reiniciar), abdicando totalmente da pornografia.

    Entretanto, ela disse que ao recuperar-se, viciados provavelmente sofrerão uma perda temporária de libido, bem como ‘insônia, irritabilidade, pânico, depressão, problemas de concentração e até sintomas gripais’. O relatório saiu uma semana depois de David Cameron, antigo Primeiro Ministro britânico, anunciar que novas medidas para encorajar provedoras de internet de bloquearem pornografia em uma tentativa de proteger crianças de seus efeitos adversos.

    As descobertas foram bem recebidas por Norman Wells da Family Education Trust. ‘Esse estudo mostra a mentira que é a ideia que a pornografia é uma diversão inofensiva.’

    ‘Não apenas isso despersonaliza aqueles que fazem parte [da pornografia], mas também tem o potencial de prejudicar relacionamentos reais daqueles que a usam. As pessoas que exercem o autocontrole nesta área e fazem questão de evitar a pornografia e as imagens sexuais em todas as suas formas não são os desmancha-prazeres como geralmente são vistos’, acrescentou.

    ‘Essas descobertas sugerem que estimar a modéstia e respeitar a natureza privada das expressões da sexualidade traz suas próprias recompensas’.

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