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    3º Neurônio | comportamento

    6 comportamentos que fazem as pessoas se afastarem de nós

    por Alejandra Sánchez Mateos | El País | Publicada em 30/08/2018 às 18h19

    Certos comportamentos podem acabar afastando os demais do nosso convívio. A atitude certa é crucial para termos sucesso em nossas relações pessoais. O Seguinte: recomenda e reproduz o artigo publicado pelo El País

     

    A maioria de nós gosta de ter sucesso em nossas relações pessoais. Mas ter a atitude certa é crucial para esse fim. Na verdade, existem certos comportamentos que, se reiterados, podem acabar afastando os demais do nosso convívio. O psicólogo José Elías Fernández González, membro do Colégio de Psicólogos de Madri, na Espanha, nos conta quais são os mais habituais desses comportamentos, e o que podemos fazer para melhorar essas características caso as tenhamos.

     

    1. Levar as coisas a ferro e fogo

    Podemos nos magoar, por exemplo, quando um chefe reconhece os resultados de um colega, mas não os nossos. É preciso, porém, aprender a relativizar essas pequenas punhaladas no ego e “não autoquestionar nosso valor nem se subvalorizar”, recomenda o especialista.

    Para lidar com isso, é preciso ser capaz de pensar que não somos os melhores em tudo. Só assim conseguiremos tirar um grande peso de cima: “Seria exaustivo se todos sempre recorressem a nós”, diz o psicólogo. “Além disso, não podemos ser especialistas em todos os aspectos profissionais e pessoais. Há pessoas que têm ideias melhores que as nossas em determinados assuntos.”

    Também devemos tentar não levar tudo para o terreno pessoal, porque não somos o umbigo do mundo. Devemos tentar manter o controle sobre nossas emoções e não reagir exageradamente aos acontecimentos cotidianos.

     

    2. Ser ciumento por natureza

    O monstro de olhos verdes tampouco ajuda a criar um círculo de amizades saudável. No âmbito social, muitas vezes o ciúme é entendido como uma amostra de que nos importamos com os outros, mas neles só encontramos frustração e mal-estar. “Geram sentimentos de inveja, obsessão ou controle que de maneira inconsciente e involuntária se manifestam e projetam nos outros, o que pode levá-los a fugir de nós”, esclarece Fernández González.

    Para combater o ciúme, devemos aprender a valorizar nossos pontos fortes e virtudes, assim como as coisas boas que nos acontecem. “É preciso evitar comparações com os outros.”

     

    3. Necessitar de constantes elogios

    Todo mundo gosta de receber elogios ou afagos de quem nos cerca. Mas cuidado, porque, se nossa autoestima depender da validação constante por parte dos outros, ela se voltará contra nós. Ser viciado em elogios também pode turvar suas amizades.

    Fernández González afirma que não cabe às pessoas que nos cercam nos manter motivados e com o ego alimentado. “Cada um é único e irrepetível, e não temos por que sempre contentar a todos, e sim a nós mesmos.”

    O amor próprio é a chave. Isso tampouco significa que devamos nos tornar vaidosos ou egocêntricos, só que tenhamos consciência de que a forma como os outros nos veem é apenas uma amostra da realidade, que nem sempre é a correta.

     

    4. Não aceitar críticas construtivas

    Ninguém gosta de ter suas falhas ressaltadas, mas de vez em quando vai bem que nos chamem a atenção para elas. Entretanto, não devemos confundir isso com a atitude daquelas pessoas que só veem o que está ruim, já que isso pode acabar sendo negativo para o crescimento pessoal.

    Como disse Joe E. Brown a Jack Lemmon em Quanto Mais Quente Melhor, “ninguém é perfeito”. “Reconhecer nossos defeitos é uma força que gera autoestima e nos ajuda a adotar mecanismos para superá-los”, observa Fernández González.

    O psicólogo afirma que, se não aprendermos a aceitar os comentários negativos, nunca tentaremos superar e eliminar nossas desvantagens. Também insiste na necessidade de uma boa comunicação com os outros, já que são os bons amigos que nos ajudam a ter uma visão mais objetiva dos nossos comportamentos e nos motivam a melhorá-lo: “É fundamental para o sucesso nas relações, e também para ter uma visão saudável sobre nós mesmos”.

     

    5. Fazer-se constantemente de vítima

    Assumir esse papel para causar pena ou compaixão funcionará durante pouco tempo. Segundo o especialista, há uma realidade: “Todos queremos estar com pessoas alegres e felizes”. Isto não significa que você nunca possa compartilhar as fases ruins ou as coisas negativas com seus amigos. Porém, se abraçarmos a negatividade como filosofia e o vitimismo como atitude perante a vida, os outros fugirão de nós “como da peste”.

    “Alguns só podem ver a parte negativa das coisas que lhes acontecem, ou sempre se antecipam ao que vai acontecer no futuro, e isso não lhes permite ser felizes. Se dependesse deles, o mundo já não existiria mais”, afirma o psicólogo.

    Para evitar isso, não podemos atribuir ao exterior ou ao destino tudo o que nos acontece de ruim, pois determinadas variáveis estão ao nosso alcance e devemos ter consciência de que muitas das coisas que nos ocorrem são consequência de nossos pensamentos e ações. Só uma atitude positiva poderá nos ajudar e também fará os outros confiarem em nós.

     

    6. Ser muito sincero, mesmo se ninguém tiver pedido a sua opinião.

    Disseminar nossa opinião sobre qualquer tema sem que ninguém peça —por exemplo, como é horrorosa a calça do seu amigo ou o penteado da sua colega de trabalho— nos transforma em seres odiosos.

    O que se conhece como “não ter filtro”, ou seja, emitir juízos gratuitos a torto e a direito, pode magoar os que nos cercam ou fazê-los se sentirem incômodos. Em geral, falar demais não é uma qualidade elogiada socialmente, segundo o especialista: “Não se pode dizer a primeira coisa que nos passa pela cabeça nem julgar as pessoas levianamente, sem pensar que podemos ofender”, afirma Fernández González.

    É preciso aprender a ser mais prudente, respeitoso e empático, recomenda o especialista. Também é bom saber valorizar as qualidades e capacidades dos outros: “Melhor pecar por prudência que por excesso nos julgamentos que emitimos sobre os outros. Não temos só que estar atentos ao que dizemos, mas também ao jeito que empregamos”, esclarece.

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